Recebi uma missãozinha... postar essa imagem que, de fato, combina com meu blog...

Sim, eu sempre falo de amor aqui. Tem coisa melhor????
Mas meu post de hoje não fala de amor. Onde eu trabalho, bloquearam o acesso a internet... só conseguimos acessar sites do domÃnio .gov.br . Por esse motivo, tenho lido o site www.planalto.gov.br e encontrei um texto sobre personalidades do Brasil. Tinham nomes histórios como Alberto Santos Dumont, Carlos Chagas, Oswaldo Cruz, entre outros. Em uma das partes, falam sobre o que eles intitulam como 'heróis desconhecidos'. Entre eles, encontrei ela:
Maria José Bezerra (1953) Maria José Bezerra traçou o próprio destino: driblou doenças, a violência do pai e a condição de negra e pobre. Ela é o retrato do brasileiro sempre pronto a superar os próprios limites.
Pernambucana de Recife, Maria José nasceu no bairro popular de Cordeiro, filha única de José Bezerra, foguista de navios mercantes, e da dona de casa Josefa Ferreira dos Santos. Teve uma infância pobre, “mas não de barriga vaziaâ€, ela sublinha. Foi na escola pública que aprendeu a ler e a escrever. Quando tinha seis anos, o avô, que era quem sustentava a casa, ficou cego, por isso, a sua mãe foi obrigada a trabalhar como doméstica. Aos 13, Maria José descobriu um desequilÃbrio hormonal que a levaria a fazer diversas cirurgias. Aos 19 anos, cansada da violência do pai, ela e a mãe saem de casa sem levar nada. “TÃnhamos só força e uma grande vontade de começar de novo.†Durante um tempo, as duas moraram em um pequeno quarto, sem luz, sem água e sem banheiro.
Quando já cursava História na Universidade Federal de Pernambuco, ela entrou em um programa de assistência a universitários. Em 1978, se tornou professora da rede estadual de ensino pernambucana. Foi quando decidiu ser mestre. “Sabia que as condições não permitiam que eu fizesse um mestrado, afinal, tinha de trabalhar muito para sustentar a casa, dando aula de manhã, à tarde e à noiteâ€.
Mas Maria José não desistiu e passava as madrugadas a estudar. Quando terminou os créditos do mestrado foi hospitalizada, vÃtima de um esgotamento, e não conseguiu defender sua tese. No inÃcio dos anos 80, foi aprovada em concurso para a Universidade Federal do Acre. Mas como dona Josefa, sua mãe, se recusou a deixar a cidade de Recife, Maria José foi obrigada a sustentar duas casas, uma em cada cidade.
Uma manhã de 1990, quando estava grávida de dois meses da sua primeira e única filha, acordou sem enxergar. Descobriu que tinha um tumor localizado no fundo do globo ocular, que piorou com o nascimento de Luanda. Então, ela começou um longo tratamento, que durou três anos. Depois de muito remédio e força de vontade, Maria José recuperou 80% da visão e voltou ao mestrado na Universidade Federal de Pernambuco. Em 2002, defendeu sua dissertação em História do Brasil e começou o doutorado em História Social na Universidade de São Paulo (USP). Era a única negra do curso. Em 2003, ela se livrou da ameaça do lúpus (inflamação crônica da pele), depois de tomar grandes doses de corticóide. Hoje, Maria José termina, em Rio Branco, sua dissertação sobre a história do Acre. Aos 50 anos, faz a contabilidade de sua vida: 14 livros escritos, 21 cirurgias, uma filha e muitos sonhos. “Sem o sonho – e sem a luta – a vida não faz sentidoâ€, diz ela, que planejava o próximo passo: um pós-doutorado na França. “Se a saúde deixar, eu chego até láâ€. Alguém duvida?
Postado por
MariIiIi às 10h25
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Boa Notícia Para Nós Mulheres!
"A celulite é uma defesa orgânica feminina. O organismo joga ali, na nossa bunda, o excesso de gordura que a gente come, em vez de entupir nossas artérias; Por isso homens enfartam em maior quantidade que as mulheres."
Recebi isso por e-mail. Agora sim posso viver melhor huhuhuhu
Postado por
MariIiIi às 19h41
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Estava aqui pensando em como agente muda nosso jeito de ser com o passar do tempo. Sempre odiei a idéia de casar, de usar salto alto, maqiagem, e duvidava que um dia as pessoas amariam alguém ao ponto de mudar sua vida e sua rotina para viver com outra pessoa. E hoje eu vejo como eu mudei. Consigo dizer - eu te amo - e sinto vontade de dividir meus sonhos, medos, alegrias e segredos com alguém. Amar e ser amada é fundamental para qualquer pessoa. As pessoas que não concordam provavelmente não sentiram isso ainda ou, até mesmo, não sentiram isso de uma forma saudável. Como falei no post anterior, fiz seis meses de namoro. Já tive um namoro longo antes porém, não era feliz. Não era um namoro saudável. Hoje sei o que é amar sem cobranças, sem horários, sem limites, sem convenções hipócritas. Acredito no amor e posso afirmar por experiência própria que devemos lutar por ele. Passei por situações difíceis nesse começo de ano por conta do fim de um namoro de dois anos e meio. Ele não aceitou o fato de que eu não o amava. Demorei muito para descobrir e isso virou uma bola de neve que só me machucava mais e mais a cada dia. Foi ai que descobri o verdadeiro amor e resolvi lutar por ele. Larguei tudo e enfrentei todos. Inclusivo o ex. Sofri também, não vou mentir mas, fiz uma escolha. Decidi não mais abrir mão da minha felicidade pela felicidade dos outros. Decidi correr atrás da minha própria felicidade e encontrei ela nos braços de alguém que, assim como eu, decidiu que não ia ceder mais. E assim nos aproximamos, nos apaixonamos e, pricipalmente, nos ajudamos nessa busca pela felicidade. Hoje me sinto bem mais feliz. Hoje sinto vontade de fugir para a lua com ele. Hoje vejo que meus conceitos [ ou até pré-conceitos] eram totalmente equivocados. Hoje acredito no amor e em todos os milagres que ele é capaz de fazer.
Postado por
MariIiIi às 00h13
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